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Unidade das centrais garantiu êxito das manifestações pelo país

 

O “Dia Nacional de Mobilização e Luta” pelo emprego e garantia de direitos, realizado terça-feira (16/8) em frente às sedes das principais federações patronais em todas as capitais do país, selou de vez, a unidade das Centrais Sindicais contra a agenda de retrocessos dos patrões e do governo interino de Michel Temer (PMDB), que a contra gotas, anuncia na mídia o “pacote de maldades” contra a classe trabalhadora.


Sindicalistas, Trabalhadores (as) liderados pelos sindicatos filiados à Nova Central, compareceram com bandeiras, faixas e cartazes com dizeres de que não aceitam “Nenhum direito a menos!”. Os diretores da Nova Central – SP, Luiz Gonçalves (Luizinho – presidente), Raimundo Cocada (2º secretário de finanças) e Nailton Francisco de Souza (Nailton Porreta – comunicação) reafirmaram o compromisso da instituição contra as iniciativas “nefastas” do Governo Federa e do Congresso Nacional.


Resaltaram que o momento requer muita organização e diálogo com a sociedade no sentido de denunciar e reagir à altura, com os que querem eliminar e subtrair conquistas, leis trabalhistas, direitos sociais e submergi a democracia.


Disseram que eles querem aumentar a jornada de trabalho para até 80 horas semanais; dificultar a aposentadoria dos trabalhadores, com o aumento do tempo de contribuição e da idade mínima para até 70 anos; flexibilizar direitos, sobrepondo o negociado ao legislado; aprovar a terceirização sem limites; acabar com a segurança no trabalho, com o fim das Normas Regulamentadoras, entre outras maldades.


Nailton Porreta destacou o desemprego no país, que segundo do IBGE, de janeiro a junho deste ano teve acréscimo de 2,5 milhões de pessoas e já contabiliza 11,6 milhões. Afirmou também, que todas as conquistas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e da Constituição Federal de 1988, foram obtidas com muito esforço do movimento sindical. Aproveitou e pediu uma vaia para ministro da Saúde Ricardo Barros, por ter declarado no dia 11/8 que os homens procuram menos o atendimento de saúde porque "trabalham mais do que as mulheres e são os provedores" das casas brasileiras.


“Foi com muito esforço da classe trabalhadora e conscientização da sociedade que combatemos a Ditadura militar em defesa da democracia. Durante muitos anos as entidades de representação da classe trabalhadora atuaram na defesa e consolidação de uma legislação que pudesse humanizar o capital e diminuir a opressão dos ricos sobre os pobres. Neste momento corremos o risco de perder tudo. Nossos inimigos se não forem contidos, transformarão nossas conquistas em terra arrasada”, alertou Luizinho.

 



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