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Em manifestação tranquila itabiranos pedem ‘Fora Temer’ e ‘Diretas Já’
Um grupo de manifestantes se reuniu na praça Acrísio Alvarenga durante toda a tarde desta sexta-feira dia 30 de junho, para protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista e também pedir a saída do presidente Michel Temer (PMDB) e a convocação de eleições diretas. Organizada pelo Sindicato Metabase de Itabira e Região, em parceria com outros sindicatos e entidades de classe, a manifestação chamou a atenção de quem passou pelas ruas do Centro. 
 
O grupo usou bonecos infláveis com a imagem do presidente Michel Temer vestido de presidiário e entoou gritos de protesto contra o momento de crise política que atravessa o país. A manifestação seguiu o calendário estipulado por algumas Centrais Sindicais, que nesta sexta-feira decidiram por mais uma edição do movimento Greve Geral, o mesmo que levou milhares de pessoas às ruas no dia 28 de abril. 
 
O manifesto ocorre um dia após uma denúncia de corrupção passiva contra o presidente, apresentada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmem Lúcia, à Câmara dos Deputados.     
As reformas Trabalhista e Previdenciária, além da lei da terceirização, também foram alvo de críticas por parte dos manifestantes ao longo do dia. 
 
“O sentimento da população, mesmo sendo silencioso, é muito claro, são todos contra toda essa lambança que está acontecendo no país. O Metabase e outras entidades entenderam que é importante marcar presença nas ruas para manifestar contra este presidente ilegítimo e mostrar a necessidade da saída dele. Muitos não compareceram por ser em horário de trabalho, a gente entende isso, mas mesmo assim deixamos o  nosso recado contra tudo isso que tem acontecido”, declarou o presidente do Metabase, Paulo Soares de Souza. 
 
 
Representando o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUte-MG) em Itabira, a professora Camila Vieira Rocha chamou a atenção da população para a participação dos movimentos populares, que lutam contra as reformas e pela saída do presidente. 
 
“Neste momento nós precisamos unir forças e a forma disso acontecer e mostrar o quanto o povo tem força é nas ruas, nós temos que mostrar a nossa cara, ocupar estes espaços para que a gente seja visto. Indignados dentro de nossas casas nós não somos vistos, neste momento precisamos de muitas pessoas [...] Precisamos fazer um esforço para que nos próximos atos a gente tome conta das ruas e mostre sim o poder que o povo tem, se a gente se unir e se organizar, os políticos não vão aprovar algo que seja contrária a maioria”, defendeu a manifestante. 



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