Comerciantes solicitam reunião com Metabase

9 de fevereiro de 2022

André Viana representou o sindicato no encontro

O vereador e presidente do Metabase Itabira André Viana realizou uma reunião com comerciantes de diversos segmentos do município no início da noite desta quinta-feira. A reunião foi para fazer um levantamento da situação dos comerciantes que estão com os alvarás de funcionamento suspensos por força do decreto 3178/20 por causa da situação de emergência pública causada pelo novo coronavírus. André Viana abriu a reunião dizendo era “importante frisar que não estavam defendendo a abertura do comércio a ferro e fogo, a todo custo. Não somos irresponsáveis diante deste problema, mas queremos discutir formas responsáveis de flexibilizar algumas ações propostas pelo governo do Estado. O Governador Romeu Zema que na segunda-feira, (6) que deve flexibilizar medidas de confinamento para algumas cidades do interior que já estão acontecendo, cerca de 150 cidades já flexibilizaram as medidas de distanciamento. “Reconhecemos que o número de novos casos aumenta dia a dia, mas com uma tendência à estabilidade e, posteriormente, até a um decréscimo”, disse André Viana. Ainda de acordo com o vereador, a reunião foi necessária para ouvir dos comerciantes a real situação deles, principalmente financeira. “Itabira possui 31 mil empregos formais sendo 14,7% oriundos do comércio, são 6 mil pessoas com sério risco de perder os empregos e algumas já estão perdendo. Há caso de uma empresa que demitiu cerca de 30 funcionários e outras que já pensam em fechar as portas, literalmente pedir falência”. Uma das sugestões discutidas no encontro foi a troca do tipo de isolamento, proposto pelo ministério da Saúde que a partir de 13 de abril, os municípios, Distrito Federal e Estados que implementaram medidas de Distanciamento Social Ampliado (DSA), onde o número de casos confirmados não tenha impactado em mais de 50% da capacidade instalada existente antes da pandemia, deverão iniciar a transição para Distanciamento Social Seletivo (DSS). Um comerciante do ramo de confecções que não quis se identificar disse que seria uma maneira de aliviar e retomar as vendas: “Vamos impor regras para não voltar de qualquer jeito. Não aglomerar dentro das lojas, atender na porta do comércio evitando entrar no comércio, servir álcool em gel para os clientes. Estamos dispostos a fazer nossa parte, mas é necessário dialogar com o legislativo, executivo, judiciário e ministério público. Do jeito que está vamos explodir”, desabafou. André lembrou que mais de R$60 milhões de reais foram injetados na região por força das negociações em PLR com Vale e Anglo e com o pagamento das suplementações da Valia: “Os comerciantes ainda não viram a cor deste dinheiro”, disse outro comerciante que também não quis se identificar. O decreto do prefeito que reconhece calamidade pública no município recebeu diversas críticas dos lojistas, bem como a falta de uma barreira sanitária nas entradas da cidade. Outras críticas foram as abordagens dos fiscais da prefeitura e de alguns policiais militares juntos aos comerciantes. Ao final de reunião foi formada uma comissão com cinco representantes, tendo André Viana como porta voz. “Tem de haver diálogo, tem de haver uma discussão com os comerciantes atingidos diretamente, vamos lutar por isso e tenho certeza de que todas as partes querem o melhor. É para isso que estamos lutando”, disse André ao final da reunião.


As reivindicações que serão levadas às autoridades são:


Reunião com vereadores para análise da situação.


Reunião com o prefeito para discussão do distanciamento social


Abuso na fiscalização dos fiscais municipais.


Abordagem de Policiais Militares.

Reabertura do comércio com observância às ações do Ministério da Saúde e Governo do Estado. 


Postagem 15/04/20

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Por Comunicação Metabase 13 de agosto de 2026
Por Comunicação Metabase 11 de agosto de 2026
Decisão reconhece despesas escolares como parte do tratamento e determina restituição de valores pagos a maior nos últimos cinco anos Uma decisão da Justiça Federal da Paraíba reconheceu o direito de pais de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de deduzirem integralmente do Imposto de Renda os gastos com a escola da filha , considerando essas despesas como parte do tratamento médico. A sentença foi proferida pelo juiz federal Henrique Jorge Dantas da Cruz, da 10ª Vara Federal da Paraíba. O entendimento é de que, no caso analisado, os gastos escolares não possuem apenas natureza educacional, mas também caráter médico e terapêutico , por serem indispensáveis ao desenvolvimento e ao tratamento da criança. Despesas acima do limite Segundo o processo, a criança possui TEA nível 3 de suporte , associado à deficiência intelectual e ao TDAH, necessitando de acompanhamento contínuo e multidisciplinar, incluindo terapias baseadas na metodologia ABA. Até então, as despesas com a escola eram declaradas como gastos com educação, categoria que possui limite para dedução no Imposto de Renda. Os pais buscaram na Justiça o reconhecimento de que esses valores deveriam ser enquadrados como despesas médicas , permitindo a dedução integral. O juiz considerou que os laudos apresentados comprovaram a necessidade do tratamento e a importância da estrutura escolar para o desenvolvimento da criança. Restituição do Imposto de Renda Além de reconhecer o direito à dedução integral, a sentença determinou que a União restitua os valores de Imposto de Renda pagos indevidamente , observada a prescrição de cinco anos. A decisão também determinou que a Receita Federal deixe de aplicar o limite de dedução às despesas abrangidas pela sentença. Outro ponto destacado pelo magistrado é que a legislação brasileira reconhece a pessoa com Transtorno do Espectro Autista como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais . Atenção A decisão é referente a um caso concreto e não significa, automaticamente, que todas as famílias de pessoas com TEA tenham o mesmo direito reconhecido sem análise individual. O caso, porém, reforça a importância de os contribuintes conhecerem seus direitos e avaliarem, com orientação jurídica e documentação médica adequada, a possibilidade de buscar o reconhecimento de despesas relacionadas ao tratamento de pessoas com TEA. Fonte: Migalhas
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O crescimento do número de pessoas com problemas relacionados às apostas esportivas e jogos online levou o Ministério da Saúde a ampliar o atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde esta semana, o serviço passou a oferecer até 100 mil teleatendimentos para pessoas que precisam de apoio para enfrentar o vício em apostas.  Disponível por meio do aplicativo Meu SUS Digital , o atendimento é gratuito, sigiloso e realizado por profissionais de saúde. Além do acolhimento inicial, o serviço orienta os pacientes e, quando necessário, faz o encaminhamento para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). A ampliação foi motivada pelo aumento da procura. Dados do Ministério da Saúde revelam que mais de 1 milhão de brasileiros já solicitaram a autoexclusão de sites e aplicativos de apostas. Desse total, 35% afirmaram ter perdido o controle sobre o hábito de apostar . Fique atento aos sinais de alerta O vício em apostas pode afetar a saúde mental, a vida familiar, o trabalho e a situação financeira. Entre os principais sinais estão: Alterações no sono, alimentação e humor; Mentiras para esconder o hábito de apostar; Ansiedade, irritação ou inquietação quando não consegue jogar; Dificuldade para reduzir ou interromper as apostas; Problemas financeiros e endividamento; Prejuízos nas relações familiares e no ambiente de trabalho; Uso do jogo como forma de aliviar estresse ou frustrações. Saúde mental também é direito do trabalhador O Sindicato Metabase de Itabira e Região reforça que a saúde mental deve ser tratada com seriedade. O vício em apostas é um problema de saúde que pode comprometer a qualidade de vida, o orçamento familiar e o desempenho profissional. Se você ou alguém próximo está enfrentando dificuldades com apostas online, procure ajuda. O atendimento pode ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital , de forma gratuita e com total sigilo. Cuidar da saúde mental é cuidar da vida, da família e do futuro.