Consulta Valia: Metabase destaca importância para aposentados e pensionistas.

Tonny Morais • 2 de agosto de 2022

Consulta Valia: Metabase destaca importância para aposentados e pensionistas.

Até o dia 24 de junho, está sendo realizado nas Aposvales de todo o Brasil, no Metabase Itabira e Sindfer ES/MG uma consulta aos assistidos sobre a distribuição do Superávit. A participação dos aposentados e pensionistas da Vale é de extrema importância. Hoje, para que a Valia continue pagando os 25%, ela tem que ter uma reserva de pelo menos 60 vezes o valor dessa parcela, o que garante esse pagamento por pelo menos cinco anos. A Aposvale, Sindfer e Metabase Itabira, solicitaram a seguinte mudança: ao invés da reserva de 5 anos desta parcela, a Valia passaria a ter uma reserva de 4 anos, ou seja, 48 meses, assim, haverá uma sobra que poderá ser paga como abono. A redução desse provisionamento vai garantir abonos maiores, equivalentes a três vezes o valor mensal do benefício líquido de contribuição. Mas para que esta mudança aconteça, a Valia está exigindo a aprovação de pelo menos metade dos aposentados e pensionistas do BD. Hoje são exatos 14.929, entre aposentados, pensionistas e ativos, ou seja, será necessário a participação de 7.465 pessoas. André Viana destaca a importância da participação nesta consulta: “Um superávit melhor será possível com duas situações: participação de metade mais um dos assistidos e claro, a maioria dos votos para a opção 01 – redução para 48 meses. Esta ação vai viabilizar pagamento de abonos maiores a partir de uma reserva mínima de 48 meses, ao invés dos 60 meses atuais. Com isso, são grandes as chances dos assistidos do plano BD receberem, já em outubro de 2022, abono de até três salários e nos próximos anos terem suas chances aumentadas para receberem suplementações maiores”.

 Confira onde votar:

Pelo site: consultavalia.webvoto.com.br

Pelo telefone: 0800.591.6184

Na Aposvale Itabira

No Metabase Itabira


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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026