Dia da Independência - Truco, corrida e bingo

Tonny Morais • 12 de setembro de 2022

Dia de festa no Clube Metabase

Após dois anos o Metabase Itabira realizou a sua tradicional Corrida Rústica da Primavera. Em sua 10ª edição, a corrida reuniu cerca de 130 atletas, entre jovens e idosos. Devido ao período pandêmico, o sindicato atendeu as normas de segurança e não realizou o evento, porém, com a flexibilização e praticamente o término da pandemia, os atletas puderam participar do evento. Darlan Tôrre, funcionário do sindicato há mais de 30 anos e principal organizador, falou da competição: “Tivemos em maio, na Festa do Trabalhador, a volta da corrida daquele evento que acontece há mais de vinte anos e agora, o retorno desta que comemora a chegada da Primavera. Assim como eu, os atletas estão muito felizes, afinal, o Metabase promove dois eventos de corrida de rua em nossa cidade. Essa oportunidade que o sindicato oferece gera sempre uma boa expectativa, já que são poucos eventos de corrida em Itabira”. Já o presidente do Metabase Itabira, André Viana, comemorou: “São muitos corredores, homens e mulheres, com diversas faixas etárias; vi pessoas com mais de 70 anos de idade participando. Como deixar de realizar um evento deste, que faz bem a tanta gente? Com a permissão de Deus, ano que vem teremos mais”. Foram arrecadadas cerca de 200 caixas de leite que serão distribuídas às famílias carentes e instituições de caridade. Após a corrida, houve show musical com Aerre e Gilmar, bingo e a final do campeonato de truco realizado pelo Sindicato. Os 20 primeiros colocados, nas categorias masculino e feminino, foram premiados com troféus e todos os atletas receberam medalhas de participação. Conheça os cinco primeiros de cada categoria:

Feminino

1º - Josiane de Jesus Xavier

2º - Natália Maria M. Moreira

3º - Deise Rodrigues Lima

4º - Vivian Rodrigues Silveira Santos

5º - Maria Aparecida Madeira Passos Silva.

 

Masculino

1º - Lucas Ribeiro Gomes

2º - Davi Rodrigues de Souza

3º - Maurício Almeida Gomes

4º - Jonathan Alessandro Santos da Silva

5º - Claudinei Roberto de Oliveira


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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026