80 Milhões de reais devem movimentar a economia da nossa região

8 de fevereiro de 2022

Negociação do Metabase com Anglo, Vale e Valia garantem benefícios aos trabalhadores, aposentados e pensionistas.

Benefícios recebidos por trabalhadores das empresas Anglo American, Vale e pelos aposentados e pensionistas da Vale, por meio da Valia, vão gerar bons investimentos na região, afirma André Viana, vereador e presidente do Metabase Itabira, maior sindicato da região e um dos maiores de Minas Gerais. A empresa Anglo American em Conceição do Mato Dentro, que emprega cerca de 500 itabiranos, vai pagar a maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da história: 4,08 salários a cada trabalhador. André afirma ser uma marca histórica: “Desde o início da nossa gestão mantivemos o foco em ganho real nos salários dos trabalhadores, mas não deixamos de batalhar pelo ganho em renda variável, ou seja, na PLR. As reuniões constantes com os dirigentes da empresa e as assembleias com os trabalhadores possibilitaram esse recorde no pagamento deste benefício. Toda a diretoria sente-se “com a alma lavada” já que os trabalhadores da Anglo sempre mereceram por causa da qualidade dos trabalhos desempenhados. Estamos felizes, não pelo valor da PLR que poderia ser maior, mas por alcançar o maior valor já pago pela empresa”, desabafou André Viana. O sindicalista e vereador ressalta que o valor da PLR dos trabalhadores da Vale ainda não foi definido, o pagamento está previsto para dia 1º de março: “A empresa veio com um “papinho” de que o nosso modelo atual de PLR aos olhos da sua diretoria executiva, muitos vindos da AMBEV, é agressivo. Realmente achamos esse modelo agressivo, porém, ao trabalhador. São eles que produzem, fazem acontecer. Trabalham muito, durante 12 meses, com cobranças e pressões dos gerentes para receberem uma PLR que sempre é uma incógnita”, criticou. Ainda de acordo com André, espera-se uma PLR “condizente” com a atual realidade. Já no campo dos aposentados e pensionistas da Vale, André Viana repetiu sua declaração da semana passada: “... a Valia “soltou fofocas, fake news” que as suplementações não passariam de seis, no máximo sete, ou seja, ela iria forçar os aposentados e pensionistas a acreditarem nestes valores, bem abaixo da realidade, para ludibriá-los. Tomamos conhecimento deste absurdo por meio da Erenice Bernardino, coordenadora da Família Operária (aposentados e pensionistas da Vale que se reúnem semanalmente na sede do Metabase), e junto com a Arsprev (Associação dos Aposentados e Pensionistas) resolvemos pressionar e a Valia teve que recuar. A nossa pressão e interferência fez com que a verdade prevalecesse e o resultado é o pagamento de 10.1 suplementações”. Com relação a uma possível negativa do Conselho Deliberativo, André foi taxativo: “Não creio que o conselho irá indeferir, afinal, nunca aconteceu isso. Ele não irá desabonar os milhares de aposentados e pensionistas”, finalizou.


Postado em 07/02/20

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026