A substituição dos vagões pela Vale é uma reivindicação do Metabase

Agencia Vista • 8 de fevereiro de 2022

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O presidente do Metabase André Viana comemorou a troca dos vagões pela empresa. De acordo com ele, é mais uma ação do Metabase: “Essa é uma reivindicação que estamos fazendo desde o ano passado, quando, no programa de rádio e boletins, cobramos da empresa maior conforto no transporte de passageiros. Apelidamos o trem de “sucatão”, afinal, era vergonhoso o que a empresa oferecia”. Segundo André, a ideia ganhou mais força quando durante as reuniões para montagem de pauta para o acordo coletivo especifico ele fez uma viagem e percebeu a qualidade dos vagões à época. “Sou usuário daquele transporte, achei um abuso o que a Vale oferecia à população Itabira, especialmente os trabalhadores da empresa, por isso, incluímos como uma das pautas para apresentar à empresa a troca imediata dos vagões”. Ele lembrou que conseguiram no acordo coletivo específico deste ano, além da substituição do vagões, que o passe de trem tivesse um aumento de 50%, aumentando de 4 para 6 passes. Os aposentados e pensionistas que já utilizavam também gozam deste benefício. “Essa reivindicação foi devido as constantes perdas no passado. Inicialmente eram 12 passagens, reduziram para 8 e depois para 4. Apesar de representarmos os trabalhadores do setor extrativo, temos consciência que as decisões que o Sindicato Metabase, impactam muitos setores de nosso município, trazendo benefícios importantes para a população, a troca do vagões é um exemplo. Um outro exemplo é o setor econômico, uma vez que os reajustes salariais em decorrência do Acordo Coletivo, que estamos discutindo, aumenta o poder de compra dos 4.000 funcionários da Vale e obviamente fomenta o comércio local”. finalizou André Viana.


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De acordo com nota emitida pela empresa, o conjunto de vagões é composto por uma locomotiva, um vagão gerador, um vagão classe econômica com assentos adaptados para cadeirante, mais espaçoso e confortável. A frota conta ainda com um sistema de abertura e fechamento automático das portas externas, bem como as localizadas entre um carro e outro, que ajudam na manutenção da temperatura dos carros.


Mais modernos, os banheiros têm tecnologias que priorizam o uso sustentável dos recursos naturais. O sistema de descarga, por exemplo, é a vácuo, semelhante ao utilizado na indústria da aviação, o que reduz o consumo de água. Além disso, toda a composição conta com detector de fumaça, tornando a viagem ainda mais segura e agradável para os usuários.

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026