METABASE COMBATE PROPOSTA DA VALE PARA ACORDO COM TRABALHADORES

Tonny Morais • 11 de outubro de 2023

São discutidos os assuntos de interesse dos funcionários

Foram iniciadas as negociações entre o Sindicato Metabase de Itabira e a mineradora Vale S/A na tarde desta terça-feira (03), visando o Acordo Coletivo do Trabalho para 2023 e 2024. É neste momento em que são discutidos, amplamente, os assuntos de interesse dos funcionários como jornada de trabalho, folgas, plano de saúde; contribuição assistencial; seguro de vida; auxílio funeral e outros assuntos. A empresa não agradou os diretores do sindicato com as propostas que foram apresentadas. De acordo com André Viana “Pato Roco”, “elas foram rejeitadas com veemência, já que atingem direitos duramente conquistados”. A empresa alegou dificuldades graças aos sucessivos aumentos nas áreas de saúde privada, que consequentemente reflete no plano de saúde (AMS) que a empresa oferece aos seus funcionários. A Participação nos Lucros e Resultados foi outro ponto destacado pela empresa, já que o “gatilho” serve como base para se atingir a nota global do Fator Vale (os trabalhadores precisam atingir as metas determinadas pela empresa). De acordo com a Vale, os trabalhadores atingem com frequência essa meta, com valor máximo, e ela alega “ter uma frouxidão neste atingimento”, facilitando se chegar à meta determinada. Outra alegação da mineradora é o constante aumento do custeio com os empregados. A empresa diz que a cada ano estas despesas em manutenção com pessoal cresce, dificultando ainda mais o processo financeiro. Por último, afirmam que têm sofrem uma desvantagem financeira frente a muitas empresas com relação ao pagamento da insalubridade, já que, na maioria dos casos, as empresas pagam uma porcentagem baseado no salário mínimo e na Vale, é pago baseado em seu piso salarial, que é maior do que o salário mínimo vigente (o pagamento varia de 10% à 40% dependendo do grau de insalubridade). O presidente André Viana foi combativo ao repelir todas as justificativas da empresa. “A empresa insiste em se basear na retirada dos benefícios dos trabalhadores como forma de evitar despesas. É impressionante. Recentemente distribuiu em dividendos, mais de R$8 bilhões aos acionistas e ainda reclama de valores do plano de saúde”? Alegar que os trabalhadores atingem a meta da PLR facilmente por ter uma “frouxidão” é uma afronta aos esforços e dedicação de cada um, inclusive temos metas inalcançáveis que queremos rever”. Reclamar de despesa com custeio de funcionário ou pagamento de insalubridade, exigido por lei, eu prefiro nem comentar, de tão absurdo. Vamos chegar onde for necessário, buscar os últimos caminhos para enfrentar a empresa e evitar diminuição ou perda de qualquer benefício”. O Metabase terá novos encontros e apresentará sua pauta, com sugestões dos próprios trabalhadores, que será colhida em breve: “Recebemos todos os anos um expressivo número de sugestões, já que mais de 1000 trabalhadores participam, ou seja, cerca de 25% dos empregados têm interesse em participar com suas ideias e iremos apresentar tudo isso em breve. Prevalecerá a vontade deles, lutaremos por mais conquistas. Assim tem sido, assim será”, finalizou “Pato Roco”.


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Por Comunicação Metabase 11 de agosto de 2026
Decisão reconhece despesas escolares como parte do tratamento e determina restituição de valores pagos a maior nos últimos cinco anos Uma decisão da Justiça Federal da Paraíba reconheceu o direito de pais de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de deduzirem integralmente do Imposto de Renda os gastos com a escola da filha , considerando essas despesas como parte do tratamento médico. A sentença foi proferida pelo juiz federal Henrique Jorge Dantas da Cruz, da 10ª Vara Federal da Paraíba. O entendimento é de que, no caso analisado, os gastos escolares não possuem apenas natureza educacional, mas também caráter médico e terapêutico , por serem indispensáveis ao desenvolvimento e ao tratamento da criança. Despesas acima do limite Segundo o processo, a criança possui TEA nível 3 de suporte , associado à deficiência intelectual e ao TDAH, necessitando de acompanhamento contínuo e multidisciplinar, incluindo terapias baseadas na metodologia ABA. Até então, as despesas com a escola eram declaradas como gastos com educação, categoria que possui limite para dedução no Imposto de Renda. Os pais buscaram na Justiça o reconhecimento de que esses valores deveriam ser enquadrados como despesas médicas , permitindo a dedução integral. O juiz considerou que os laudos apresentados comprovaram a necessidade do tratamento e a importância da estrutura escolar para o desenvolvimento da criança. Restituição do Imposto de Renda Além de reconhecer o direito à dedução integral, a sentença determinou que a União restitua os valores de Imposto de Renda pagos indevidamente , observada a prescrição de cinco anos. A decisão também determinou que a Receita Federal deixe de aplicar o limite de dedução às despesas abrangidas pela sentença. Outro ponto destacado pelo magistrado é que a legislação brasileira reconhece a pessoa com Transtorno do Espectro Autista como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais . Atenção A decisão é referente a um caso concreto e não significa, automaticamente, que todas as famílias de pessoas com TEA tenham o mesmo direito reconhecido sem análise individual. O caso, porém, reforça a importância de os contribuintes conhecerem seus direitos e avaliarem, com orientação jurídica e documentação médica adequada, a possibilidade de buscar o reconhecimento de despesas relacionadas ao tratamento de pessoas com TEA. Fonte: Migalhas
Por Comunicação Metabase 5 de agosto de 2026
O crescimento do número de pessoas com problemas relacionados às apostas esportivas e jogos online levou o Ministério da Saúde a ampliar o atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde esta semana, o serviço passou a oferecer até 100 mil teleatendimentos para pessoas que precisam de apoio para enfrentar o vício em apostas.  Disponível por meio do aplicativo Meu SUS Digital , o atendimento é gratuito, sigiloso e realizado por profissionais de saúde. Além do acolhimento inicial, o serviço orienta os pacientes e, quando necessário, faz o encaminhamento para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). A ampliação foi motivada pelo aumento da procura. Dados do Ministério da Saúde revelam que mais de 1 milhão de brasileiros já solicitaram a autoexclusão de sites e aplicativos de apostas. Desse total, 35% afirmaram ter perdido o controle sobre o hábito de apostar . Fique atento aos sinais de alerta O vício em apostas pode afetar a saúde mental, a vida familiar, o trabalho e a situação financeira. Entre os principais sinais estão: Alterações no sono, alimentação e humor; Mentiras para esconder o hábito de apostar; Ansiedade, irritação ou inquietação quando não consegue jogar; Dificuldade para reduzir ou interromper as apostas; Problemas financeiros e endividamento; Prejuízos nas relações familiares e no ambiente de trabalho; Uso do jogo como forma de aliviar estresse ou frustrações. Saúde mental também é direito do trabalhador O Sindicato Metabase de Itabira e Região reforça que a saúde mental deve ser tratada com seriedade. O vício em apostas é um problema de saúde que pode comprometer a qualidade de vida, o orçamento familiar e o desempenho profissional. Se você ou alguém próximo está enfrentando dificuldades com apostas online, procure ajuda. O atendimento pode ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital , de forma gratuita e com total sigilo. Cuidar da saúde mental é cuidar da vida, da família e do futuro.
Por Comunicação Metabase 24 de julho de 2026
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