ACT ESPECÍFICO VALE 2020/21

10 de fevereiro de 2022

Metabase realiza assembleia

O Metabase Itabira realizou nesta quinta-feira (06) mais uma assembleia com os trabalhadores da empresa Vale. Desta vez, as discussões foram pela proposta da empresa Vale para o acordo coletivo específico aos trabalhadores de Itabira. André Viana, presidente da instituição ressaltou que é um momento importante para os funcionários do complexo de Itabira, pois é neste momento que são discutidas as necessidades no campo laboral. “Devido a pandemia a empresa solicitou-nos a prorrogação do prazo para negociação, (seria em março) e claro, atendemos em respeito ao período que ainda estamos passando”. De acordo com o presidente, a empresa foi modesta nas melhorias do ACT em relação ao ano passado: Reajuste de 2,46% (INPC) no cartão lanche e incluir no acordo local a cláusula de reembolso educacional, que hoje discute-se no acordo nacional. Flávio Carmo, diretor tesoureiro, ressaltou que “os reembolsos serão adequados à realidade de cada região, afinal, não se pode comparar, por exemplo, valores de escolas do Carajás e de Itabira, são duas realidades totalmente diferentes”. Essa foi a mesma proposta que a empresa ofereceu para os trabalhadores das outras minas no Brasil. André Viana ressaltou que o Metabase Itabira exigiu que nenhum benefício adquirido fosse retirado, a Vale atendeu e manteve todas, entre elas o pagamento semestral do prêmio assiduidade, para quem trabalha no turno. Este prêmio substituiu o pagamento das horas in itinere, devido a reforma trabalhista em 2017; o auxílio creche/babá para crianças com até seis anos de idade. O auxílio é pago para as mulheres e homens que tenham a guarda de filhos; a quantidade de passes de trem, que teve um aumento de 50% no ano passado. Hoje, trabalhadores, aposentados e pensionistas têm direito a 6 passes; manutenção da vigência do ACT em um ano, o que possibilita negociar reajustes e outras demandas apresentadas pelos trabalhadores em tempo mais curto.


Protocolo


O Metabase tomou todas as providências necessárias para atender as recomendações dos órgãos de saúde, inclusive da Organização Mundial de Saúde. Foram elas: Distanciamento de 2 metros entre os eleitores, uso do álcool em gel ao entrar na sede e durante as votações, uso obrigatório de máscara e aferição da temperatura. A assembleia para informar a proposta, dividida em duas partes, teve o tempo máximo de 20 minutos.


RESULTADO:

A proposta da empresa foi aprovada, sendo:

Votantes: 108

Sim: 83 - 76,8%

Não: 24 - 22,2% 

Nulo: 1- 0,9%


Postado em 07/08/2020

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026