ANDRE VIANA SE DESPEDE COMO VEREADOR

10 de fevereiro de 2022

O vereador e sindicalista quer se dedicar mais ao Sindicato.

ANDRE VIANA: “ATÉ BREVE”.


O vereador e sindicalista quer se dedicar mais ao Sindicato.


O vereador e presidente do Sindicato Metabase Itabira, André Viana, não será candidato nas eleições desde ano. O anúncio “oficial” será feito hoje na tribuna da Câmara Municipal. De acordo com André, ele não está se despedindo da política itabirana, mas “focando em missões de suma importância em pastas que estão ligadas à política”. “Não se faz política só em urnas. Apesar de não ser candidato nestas eleições, estarei envolvido na política local, com ideias, projetos e ações”, disse André Viana, que acrescentou: “Política não é profissão, pelo contrário, é uma forma, por um período, de contribuir com o seu município, retribuir tudo de bom que ele oferece”. O sindicalista pegou muitos de surpresa, já que seu nome vinha crescendo nas pesquisas para prefeito e com chances de reeleição para vereador nas eleições desde ano: “Não podemos nos transformar em políticos profissionais, as vezes somos necessários a “desapegar” de algo para alçarmos voos mais altos. Essa decisão foi estudada com minha família e amigos mais próximos”.


André acredita que poderá colaborar no “processo construtivo de uma nova Itabira pós-mineração” e a boa aceitação da comunidade do seu nome reforça a tese de que mesmo fora do legislativo, “têm outras formas para continuar contribuindo”. O cargo de conselheiro da Vale pode ser uma delas: “A possibilidade de trazer obras e recursos por meio da empresa para Itabira e região é muito grande. Ter um representante no conselho da empresa reverterá em grandes benefícios; o conselho deliberativo da principal mineradora do País é uma boa porta de discussões para nosso município e Estado”. O sindicalista reforça a necessidade de discutir o futuro de Itabira: “A cidade está se perguntando como será daqui a sete, oito anos quando teremos desafios enormes. Querem respostas e elas podem vir se tivermos um representante do Estado no conselho. Propostas e projetos precisam ser apresentados e discutidos. O debate é necessário e essa é uma das várias lutas que estou disposto a enfrentar”. Ele também não descarta participar das eleições daqui dois anos: “Itabira não tem representatividade significativa em Brasília (Congresso Nacional) ou em Belo Horizonte (Assembleia Legislativa). Temos bons deputados interessados em colaborar, mas porque não um que mora na cidade e conhece de perto suas necessidades?”.


Questionado sobre a política partidária, André acredita que correspondeu os seus eleitores e até aqueles que não votaram nele e completou: “Lutei contra cartéis e preços abusivos. Todos sabem que sou um crítico fervoroso das mazelas contra o povo, contra os interesses do bem comum e principalmente contra minhas convicções, razões pela qual sempre dediquei meu mandato. Por isso tenho a cabeça erguida”. O presidente do maior sindicato da região disse que precisa se dedicar “por inteiro” ao movimento sindical e a defesa dos mais de 20.000 trabalhadores, em 30 cidades que a instituição representa: “Chegamos à conclusão de que o sindicato merece uma atenção destacada neste processo”. André Viana cresceu no sindicalismo, por meio de seu pai, “Carlinhos” Madeira: “Antes de ser vereador já atuava como sindicalista, sempre participei dos movimentos e a defesa dos trabalhadores sempre foi meu foco, isso corre em minhas veias, meu único vício”, brincou André. Com relação à política, foi enfático: “É um até breve”



Postado em 05/08/2020

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026