ATENDIMENTO PASA

10 de fevereiro de 2022

Dias e horários para atendimento

O Metabase Itabira realizou mais uma assembleia deliberativa para aprovação de acordo trabalhista. Desta vez, 357 trabalhadores da Mineradora Bemisa, na cidade de Antonio Dias decidiram por voto secreto a proposta ofertada. A empresa contrata cerca de 100 Itabiranos. Uma antiga reclamação daqueles trabalhadores era a falta de assistência do sindicato, já que nunca havia tido uma assembleia para decisão de qualquer assunto. “Os funcionários da empresa nunca tiveram o devido respeito das gestões passadas. Estes trabalhadores fazem parte da nossa base territorial e sequer tinham direito a participar de assembleia. Quando assumimos, procuramos a direção da empresa e manifestamos nosso desejo em realizar assembleias com eles, inclusive dando-os o direito de escolherem a proposta da empresa para o acordo coletivo, por meio do voto secreto” repetiu André Viana, presidente do sindicato, quando assumiu a instituição. Animado com a assembleia, Flávio do Carmo, diretor tesoureiro disse que os diretores estarão em breve nas cidades de Antônio Dias e Timóteo buscando melhorias para os trabalhadores e suas famílias que residem nestas regiões. Eles irão em busca de convênios, parcerias e ações para fortalecer a presença do sindicato. “Filiar ao sindicato e contribuir para a luta faz toda diferença nos avanços e melhorias que poderemos ter”. André Viana ainda comentou sobre a reclamação dos trabalhadores sobre a troca de turno: “fevereiro é o mês marcado reiniciarmos as discussões. Lembramos que haverá a mudança do turno se a categoria realmente desejar. A escolha de turno e jornada de trabalho tem que obedecer a vários critérios: legalidade, logística, e outros aspectos importantes. A categoria será amplamente ouvida e respeitada, como sempre foi com o Metabase” frisou o presidente. A assembleia repetiu o modelo lançado pelo metabase em sistema drive in, quando os trabalhadores ficam dentro dos ônibus, saindo apenas para votar. A limitação de pessoas, aferição de temperatura, disponibilização de álcool em gel, uso obrigatório de máscara e o espaçamento de 2 metros foram os principais critérios de prevenção durante a assembleia. Além de Flávio do Carmo, a assembleia foi conduzida pelos diretores Jose Geraldo Amorim “Geraldão”, e José Custodio Pires Guerra “Todinho”.

 

A Proposta:

- Reajuste salarial e cláusulas financeiras em 3% (retroativo agosto);

 - Cesta de natal (integral): R$777,70;

 - Reajuste cartão alimentação: 3% (R$777,70);

 - Pessoal do home office: R$2.000,00 – custeio para mobiliário (mesa, cadeira etc.) luz, água e alimentação para trabalhadores em home office com mais de 15 dias;

 - Manutenção das cláusulas existentes.


Resultado:

SIM: 182 votos - 50,98%

NÃO: 172 votos - 48,18%

Brancos e nulos : 3 - 0,84%

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026