Atuação firme do Metabase freia reajustes abusivos do plano Pasa pelo segundo ano consecutivo

Agencia Vista • 8 de fevereiro de 2022

Este ano o reajuste será o menor em 8 anos!

Atuação firme do Metabase freia reajustes abusivos do plano Pasa pelo segundo ano consecutivo. Este ano o reajuste será o menor em 8 anos!


Em recente reunião no Rio de Janeiro, André Viana, presidente do Metabase Itabira e atual integrante do Conselho Deliberativo do Plano Pasa – ele exerce a função de Secretário Geral – participou da reunião responsável em calcular o reajuste nas diversas modalidades do Plano Pasa. De acordo com o presidente, a meta a ser alcançada era “no mínimo manter a linha de reajustes do ano passado, ou seja, a menor em cinco anos ou abaixar a taxa percentual do reajuste ainda mais e foi isto que conseguimos”. De acordo com o André, ele vem discutindo com os outros conselheiros e diretores a situação de diversos aposentados que não estão conseguindo pagar o plano: “Apesar de contribuírem por décadas, ao final da vida não podem usufruírem do benefício devido aos altíssimos valores, exorbitantes”. O sindicalista entende, que embora discreto, o reajuste teve sua maior queda em 8 anos, o que é um avanço para os aposentados e pensionistas: “A resistência do Metabase Itabira aos valores de reajuste do plano está dando resultado, afinal, ano passado foi o menor dos últimos cinco anos, este ano, foi o menor reajuste dos últimos oito anos. Ainda está longe do que queremos, ou seja, nenhum reajuste, ou se houver, ainda menor”, disse. Ainda de acordo com o presidente do maior sindicato da região, a empresa Vale S/A tem uma grande parcela de culpa nos valores da mensalidade do plano com os associados que estão na ativa: “Consta no estatuto do Pasa que a Vale é patrocinadora do plano, ela tem condições de subsidiar as mensalidades, ou seja, contribuir e muito para baixar os valores, mas não faz porque não quer”. André Viana criticou a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar - responsável por regulamentar os planos de saúde no pais: “Essa agência é rigorosa com os planos, mas não exerce nenhuma ação quando ela permite a inflação abusiva nos serviços de saúde praticados pelas prestadoras, como clinicas, hospitais e os próprios médicos. Como exemplo o reajuste de 24% nos exames de ressonância. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, fechou 2018 em 3,75%. Em 2017, o índice ficou em 2,95%. Minha pergunta é: O que justifica um reajuste de 24%? Obviamente esse absurdo foi repassado aos usuários do Pasa”. Sobre o Plano Pasa Branco (Pasa antigo e mais caro) André diz que estão “preocupados em melhorar a comunicação com os usuários do plano, respeitá-los com esclarecimentos e informações deste plano que foi criado antes da regularização dos planos pela ANS”. André repetiu uma fala sua quando tomou posse à época: “É uma missão árdua e desafiadora em fazer do Pasa um plano de saúde que atenda os aposentados, pensionistas e demais agregados com qualidade e valor justo. Há tempos os aposentados, cerca de 10.000 em Itabira, sofrem pelo altos valores do plano. Muitos não conseguem pagar, desistem e migram para o SUS e por falta de um atendimento com qualidade, morrem na fila. Eu quero mudar isso, não desistirei” finalizou


Como ficou o reajuste:

Planos Médicos

• PASA Branco: 9,9%

• PASA Plus: 7,15%

• Brasil: 4%

• Mineiro: 4%


Planos Odontológicos

• DentPASA: 1,2%

• DentPASA Plus: 1,2%

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026