Defesa dos Aposentados e Pensionistas da Vale

10 de fevereiro de 2022

Metabase reúne entidades

O sindicato Metabase Itabira, Aposvale, Asprev e a Comissão de Aposentados e Pensionistas – CAP se reuniram nesta manhã de quarta-feira (11) para discutirem a situação dos aposentados e pensionistas da empresa Vale. Devido a pandemia, muitas ações destas instituições foram paralisadas e em alguns momentos. Alguns aposentados e pensionistas declararam que se sentiram “abandonados” pela Valia, já que não receberam atendimento presencial e reclamaram das dificuldades em realizarem os atendimentos on-line. “Nem todo aposentado tem acesso ou conhecimento de como lidar com a tecnologia. O atendimento on-line para muitos foi um empecilho, trazendo prejuízos enormes”, disse André Viana, que preside o maior sindicato da região e é responsável pela Comissão de Aposentados e Pensionistas – CAP. Com o objetivo de fazer um levantamento do momento pandêmico, o encontro serviu para que os representantes das entidades apresentassem a atual situação de cada instituição e os projetos para retomada das ações que foram paralisadas. André citou um exemplo: “Em outubro de 2019 realizamos uma caravana para Brasília com quarenta e seis aposentados, pensionistas e anistiados da Vale. Participamos de reuniões com políticos e representantes de instituições públicas, discutindo soluções para diversas situações, tais como planos de saúde e seus altos preços com reajustes abusivos, planos de aposentadoria inconsistentes e situação dos “anistiados da Vale”. O presidente também lembra do encontro com o deputado Lincoln portela: “O deputado federal à época sugeriu a realização de uma audiência pública por meio da Comissão de Legislação Participativa – CLP, da Câmara dos Deputados Pela CLP, o Metabase poderia apresentar à Câmara dos Deputados suas propostas e até sugestões de emendas ao Plano Plurianual - PPA e à Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO. Ainda temos esperança de podermos expressar ao Congresso Nacional a realidade de nossos representados e apresentar leis que realmente trazem benefícios. As leis atuais foram criadas por pessoas que não conhecem a realidade, que não vivem, que não sentem na pele o que esse povo (aposentados) passa. A audiência na Comissão de Legislação Participativa será, sem dúvida, um grande trunfo. Enfim, as reuniões foram proveitosas e em um segundo momento teríamos continuidade; a pandemia veio em seguida e todos os trabalhos foram paralisados” disse André Viana. Sebastião Deiró, presidente da Aposvale viu com bons olhos o encontro promovido pelo Metabase: “Estou muito feliz com o convite do André Viana e do Basílio (presidente da CAP) pelo convite. Em especial pela Comissão de Aposentados do Metabase pois foi nela que criou este “clima” de cobrança de superávit, junto com o senhor Carlinhos Madeira (presidente da ASPREV) que foi outro intenso guerreiro nesta luta. Vamos retornar sim, com força total, sempre na defesa dos interesses dos nossos aposentados e pensionistas. ” André finalizou: “Os desafios são enormes: PASA, Superávit BD, Valia BP, Vale Mais, processos judiciais contra a Valia, INSS, aposentados por invalidez e outras tantas pautas importantes. Somente com unidade na luta é possível vencer”.


Postado em 12/08/21

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Por Comunicação Metabase 13 de agosto de 2026
Por Comunicação Metabase 11 de agosto de 2026
Decisão reconhece despesas escolares como parte do tratamento e determina restituição de valores pagos a maior nos últimos cinco anos Uma decisão da Justiça Federal da Paraíba reconheceu o direito de pais de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de deduzirem integralmente do Imposto de Renda os gastos com a escola da filha , considerando essas despesas como parte do tratamento médico. A sentença foi proferida pelo juiz federal Henrique Jorge Dantas da Cruz, da 10ª Vara Federal da Paraíba. O entendimento é de que, no caso analisado, os gastos escolares não possuem apenas natureza educacional, mas também caráter médico e terapêutico , por serem indispensáveis ao desenvolvimento e ao tratamento da criança. Despesas acima do limite Segundo o processo, a criança possui TEA nível 3 de suporte , associado à deficiência intelectual e ao TDAH, necessitando de acompanhamento contínuo e multidisciplinar, incluindo terapias baseadas na metodologia ABA. Até então, as despesas com a escola eram declaradas como gastos com educação, categoria que possui limite para dedução no Imposto de Renda. Os pais buscaram na Justiça o reconhecimento de que esses valores deveriam ser enquadrados como despesas médicas , permitindo a dedução integral. O juiz considerou que os laudos apresentados comprovaram a necessidade do tratamento e a importância da estrutura escolar para o desenvolvimento da criança. Restituição do Imposto de Renda Além de reconhecer o direito à dedução integral, a sentença determinou que a União restitua os valores de Imposto de Renda pagos indevidamente , observada a prescrição de cinco anos. A decisão também determinou que a Receita Federal deixe de aplicar o limite de dedução às despesas abrangidas pela sentença. Outro ponto destacado pelo magistrado é que a legislação brasileira reconhece a pessoa com Transtorno do Espectro Autista como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais . Atenção A decisão é referente a um caso concreto e não significa, automaticamente, que todas as famílias de pessoas com TEA tenham o mesmo direito reconhecido sem análise individual. O caso, porém, reforça a importância de os contribuintes conhecerem seus direitos e avaliarem, com orientação jurídica e documentação médica adequada, a possibilidade de buscar o reconhecimento de despesas relacionadas ao tratamento de pessoas com TEA. Fonte: Migalhas
Por Comunicação Metabase 5 de agosto de 2026
O crescimento do número de pessoas com problemas relacionados às apostas esportivas e jogos online levou o Ministério da Saúde a ampliar o atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde esta semana, o serviço passou a oferecer até 100 mil teleatendimentos para pessoas que precisam de apoio para enfrentar o vício em apostas.  Disponível por meio do aplicativo Meu SUS Digital , o atendimento é gratuito, sigiloso e realizado por profissionais de saúde. Além do acolhimento inicial, o serviço orienta os pacientes e, quando necessário, faz o encaminhamento para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). A ampliação foi motivada pelo aumento da procura. Dados do Ministério da Saúde revelam que mais de 1 milhão de brasileiros já solicitaram a autoexclusão de sites e aplicativos de apostas. Desse total, 35% afirmaram ter perdido o controle sobre o hábito de apostar . Fique atento aos sinais de alerta O vício em apostas pode afetar a saúde mental, a vida familiar, o trabalho e a situação financeira. Entre os principais sinais estão: Alterações no sono, alimentação e humor; Mentiras para esconder o hábito de apostar; Ansiedade, irritação ou inquietação quando não consegue jogar; Dificuldade para reduzir ou interromper as apostas; Problemas financeiros e endividamento; Prejuízos nas relações familiares e no ambiente de trabalho; Uso do jogo como forma de aliviar estresse ou frustrações. Saúde mental também é direito do trabalhador O Sindicato Metabase de Itabira e Região reforça que a saúde mental deve ser tratada com seriedade. O vício em apostas é um problema de saúde que pode comprometer a qualidade de vida, o orçamento familiar e o desempenho profissional. Se você ou alguém próximo está enfrentando dificuldades com apostas online, procure ajuda. O atendimento pode ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital , de forma gratuita e com total sigilo. Cuidar da saúde mental é cuidar da vida, da família e do futuro.