OPERAÇÕES DA ANGLO AMERICAN NO BRASIL CONQUISTAM PADRÃO IRMA 75 DE MINERAÇÃO RESPONSÁVEL

Tonny Morais • 16 de fevereiro de 2024

Uma das principais pautas defendidas pelo presidente André Viana, é sobre mineração sustentável e responsável. O projeto Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro alcançou o nível de desempenho exigido.

Minas-Rio e Barro Alto são os primeiros empreendimentos de minério de ferro e níquel do mundo a alcançarem o nível de desempenho IRMA 75, que reflete os mais altos padrões de transparência e de mineração sustentável e responsável.

Os empreendimentos Minas-Rio, de minério de ferro, e Barro Alto, de níquel, da Anglo American no Brasil receberam o reconhecimento do padrão IRMA, sigla em inglês referente à “Iniciativa para a Garantia de Mineração Responsável”. Ambas as operações alcançaram o nível de desempenho IRMA 75, inédito em todo o mundo para negócios de minério de ferro e níquel. Para obter esse reconhecimento, as duas minas foram avaliadas por auditores independentes que observaram cerca de 400 requisitos, divididos em quatro princípios: integridade nos negócios, legado positivo, responsabilidade social e responsabilidade ambiental.

De acordo com Ana Sanches, CEO da Anglo American no Brasil, o padrão IRMA 75 evidencia o compromisso da empresa no cumprimento do seu Plano de Mineração Sustentável, estratégia que norteia as ações da companhia por meio dos pilares: ambiental, social e governança. “Entendemos que a mineração só faz sentido se for pensada para o bem de todas as partes interessadas. Isso inclui operações cada vez mais seguras e responsáveis, iniciativas em prol do meio ambiente, inovações ligadas à transição energética e à descarbonização, diálogo constante com as comunidades anfitriãs, entre outras importantes ações que vão ao encontro dos nossos valores e do propósito de reimaginar a mineração para melhorar a vida das pessoas”, ressalta.

O diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Anglo American no Brasil, Ivan Simões, enfatiza que “a auditoria da IRMA nos deu a oportunidade de medirmos, de forma independente, nosso desempenho em relação às melhores práticas internacionais de sustentabilidade e responsabilidade, refletindo nosso compromisso com a transparência e com a busca pelos mais altos padrões. Estamos imensamente orgulhosos do trabalho desempenhado pelas equipes do Minas-Rio e de Barro Alto e esperamos continuar transformando o setor mineral, em alinhamento às demandas da sociedade”, explica.

O padrão definido para a Mineração Responsável da IRMA foi desenvolvido ao longo de uma década, por meio de consultas públicas que incluíram empresas de mineração, clientes e usuários finais de produtos minerários, ONGs, sindicatos e comunidades, e é considerado um dos processos de certificação mais rigorosos do mundo. As minas auditadas podem ser avaliadas em quatro níveis: IRMA Transparency, IRMA 50, IRMA 75 e IRMA 100.

Webinar trará mais informações sobre o resultado

 

Sobre a Anglo American

 

A Anglo American é uma empresa líder global em mineração e nossos produtos são essenciais em quase todos os aspectos da vida moderna. Nosso portfólio de operações competitivas de classe mundial, que inclui uma ampla gama de opções de desenvolvimento futuro, fornece metais e minerais para um mundo mais limpo, mais verde e mais sustentável, atendendo ao rápido crescimento das demandas diárias de bilhões de consumidores.

Com nossas pessoas no coração dos nossos negócios, utilizamos práticas inovadoras e as mais recentes tecnologias para descobrir novos recursos e minerar, processar, movimentar e comercializar nossos produtos, os quais possibilitam a vida moderna para os nossos clientes – de forma segura, responsável e sustentável.

Como produtora responsável de cobre, níquel, metais do grupo da platina, diamantes (por meio da De Beers), minério de ferro de qualidade premium e carvão metalúrgico para siderurgia, além do projeto de nutrientes naturais em desenvolvimento, estamos comprometidos em atingir a neutralidade nas emissões de carbono em nossas operações até 2040. De forma mais ampla, por meio de nosso Plano de Mineração Sustentável, estamos comprometidos com uma série de metas desafiadoras para garantir que trabalhemos em prol de um meio ambiente saudável, desenvolvendo comunidades prósperas e construindo confiança como líder corporativo.

Trabalhamos em conjunto com nossos parceiros de negócios e diversas partes interessadas para liberar o potencial do valor sustentável que esses recursos representam para as comunidades e países onde operamos, para nossos acionistas, além da sociedade como um todo. A Anglo American está reimaginando a mineração para melhorar a vida das pessoas.


Fonte: Ibram
Foto: Anglo American

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Ele lembrou que a tecnologia não pede licença e exige adaptação: “Ou você se adapta ou está fora. Precisamos estar preparados para os tempos que virão”, recomenda. O sindicalista também chamou atenção para o papel de Itabira no cenário internacional, lembrando que a cidade foi pioneira na concentração de itabiritos na década de 1970, com a usina Cauê, que também será modernizada, e no aproveitamento do itabirito compacto, antes considerado rejeito. Para ele, esse histórico de inovação agora se conectar às novas demandas globais. “Itabira não poderia ficar fora da roda do futuro, como sempre esteve atenta. Mas não é só a usina que tem que passar por esse processo de inovação. A ferrovia tem que passar, o porto tem que passar. Isso não é uma questão de escolha, é de sobrevivência”, afirmou. 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Essa usina veio para ajudar a beneficiar o itabirito, e agora Itabira está estartando um projeto que será disseminado para outras unidades da Vale”, disse, reforçando que o progresso corporativo precisa se transformar também em progresso social e trabalhista. Tecnologia e segurança na operação Para o diretor de Operações do Complexo de Itabira, Diogo Monteiro, os ganhos da modernização já são evidentes. “É mais segurança, eficiência, bem adaptado para todos os casos que a gente tem. Conseguimos tomar decisões em tempo real, com menor intervenção humana, deixando os dados trabalharem e corrigirem”, afirmou. Segundo ele, toda a equipe, que antes operava a produção presencialmente, foi capacitada para atuar no novo modelo. “O time que estava no dia a dia agora trabalha na sala remota, com mais segurança e conforto. 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