Metabase e CSP-Conlutas

Agencia Vista • 8 de fevereiro de 2022

Encontro firma parceria

Release: Encontro Metabase e CSP-Conlutas firma parceria


O Metabase Itabira recebeu nesta quarta-feira (14) o membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes. Ele veio convidar a diretoria do Sindicato para participar do 4º Congresso Nacional da central sindical que reúne 11 sindicatos em todo o país. A expectativa é que 2.000 delegados marquem presença no evento que acontecerá em Vinhedo/SP. Na visita, o sindicalista expôs a situação atual do pais frente as “reformas que estão destruindo os direitos do cidadão se aposentar e também os direitos dos trabalhadores, conquistados em cima de muito suor e sangue.” De acordo com Atnágoras, a central sindical tem princípios fortes, diferentes de muitas instituições: “... a CSP-Conlutas está em oposição ao atual governo e seus ataques aos direitos e as liberdades democráticas, no entanto nossa luta não se confunde como ficar defendendo a volta do PT e sua conciliação de classes. É preciso afirmar uma nova direção para nossa classe e projeto onde os trabalhadores possam governar. A reforma da previdência ainda não passou, muitos (sindicatos) estão preocupados com o “Lula Livre” e deixando o trabalhador em segundo plano” criticou. Sobre as finanças de sindicatos que estão no vermelho por causa da queda na arrecadação sindical, o membro da CSP-Conlutas disse que o sindicato é do peão, ele tem de manter a instituição. É preciso fortalecer a voz do peão dentro do sindicato criando os Conselhos de Base dentro das empresas. Realizar assembleias para assuntos importantes e dar a palavra final ao trabalhador. Carlos Estevam “Cacá”, vice presidente do Metabase falou sobre a vinda de Atnágoras Lopes: “...é um homem de lutas e batalhas de extrema experiência. Trouxe suas histórias de engajamento sindical e com certeza motivou-nos ainda mais a manter nossas metas em defesa dos trabalhadores.” André Viana, presidente do Metabase lembrou que a aliança com a central sindical se fortalece a cada dia e que a mobilização para o Acordo Coletivo será iniciada em breve: “Ano passado não deu tempo para a mobilização que queríamos fazer pois tínhamos acabado de assumir o sindicato e com três acordos “nas costas” para resolver. Este ano será diferente, a pressão será intensa e os trabalhadores irão perceber. Aguardem”. Finalizou André. 


Postado em 16/09/2019

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026