Encontro de André Viana e Lincoln Portela

Agencia Vista • 8 de fevereiro de 2022

Inicia luta pelos aposentados, pensionistas, “Anistiados da Vale” e ajuda à polícia civil.

Encontro de André Viana e Lincoln Portela inicia luta pelos aposentados, pensionistas, “Anistiados da Vale” e ajuda à polícia civil.


André Viana, vereador e presidente do Metabase Itabira recebeu nesta segunda-feira (29) o deputado federal Lincoln Portela (PL). O encontro foi para definir, entre outros assuntos, a situação de diversos aposentados e pensionistas da empresa Vale e dos trabalhadores que foram demitidos na década de 90 conhecidos como “Anistiados da Vale”.


André disse que “os aposentados e pensionistas estão passando por uma situação extremamente difícil, já que os preços das mensalidades do plano Pasa ultrapassam em muitos casos o valor que recebem de aposentadoria”. Ainda de acordo com André “a intervenção do Deputado Lincoln Portela junto a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e também na Superintendência Nacional de Previdência Complementar – ANS irá facilitar a discussão para rever esses valores”. Outro assunto abordado é a ida a Brasília com os “Anistiados da Vale” em busca de apoio das autoridades para solução de diversos problemas causados pela demissão em massa destes trabalhadores durante o governo Collor de Melo na década de 90. André Viana está sensível também a esta causa e de acordo com ele, não desistirá enquanto a causa não for resolvida. Lincoln Portela colocou seu gabinete à disposição dos aposentados, pensionistas e “Anistiados da Vale”. “Parabenizo o André pela defesa destas causas tão nobres. A demissão destes trabalhadores causou danos irreparáveis, danos econômicos e até psicológicos. Essa perseguição puramente política tem de ser reparada. Por outro lado, é preciso rever urgentemente a política de aumentos do plano de saúde dos aposentados e pensionistas e o André pode contar comigo, sempre”, disse Lincoln Portela. André Viana revela que a “proximidade do parlamentar com o presidente Bolsonaro facilita ainda mais encontrarmos a solução das mensalidades do plano Pasa e a justa reparação aos anistiados”. André acrescentou que está em trâmite a conquista de uma viatura para a polícia civil: “Lincoln Portela é conhecido como um aguerrido combatente à causa da segurança pública. Em nossa conversa solicitei o apoio para nossa valorosa polícia civil. Ele me disse que pretende buscar os recursos para garantir o veículo”, finalizou o vereador e sindicalista.

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026