Metabase Itabira busca unidade com outros sindicatos

10 de fevereiro de 2022

Metabase Itabira busca unidade com outros sindicatos.

André Viana “Pato Roco”, mantém conversas com importantes lideranças sindicais que representam os trabalhadores da empresa Vale no Brasil. Ele esteve com lideranças do Sistema Norte, como o presidente do Stefem (estado do Maranhão) Washington Nascimento e Raimundo Nonato “Macarrão”, presidente do Metabase Carajás, no estado do Pará. Ele também se reuniu com o Presidente do Sindicato Metabase de Mariana, em Minas Gerais, Ângelo Eleutério. Os representantes sindicais discutiram a importância do acordo coletivo 2021/2022, a luta por uma pauta com novas conquistas e a defesa dos direitos e benefícios já conquistados. André completa: “É um lema de comum consenso entres os líderes sindicais que têm a árdua missão de conduzir todos os trabalhadores para um acordo coletivo. Um acordo que realmente valorize a todos em um ano com tantos desafios econômicos e de consequências terríveis devido a pandemia”.


OUTRAS LIDERANÇAS


O presidente do Metabase Itabira também tem conversado com o Wagner Xavier “Cabeludo”, presidente do Sindifer-ES/MG, importante liderança sindical no Sistema Sudeste, com o presidente Iran Santos do Sindiminas/RJ, Agostinho Sales, presidente do Sindicato Metabase de Brumadinho e Sebastião Alves de Oliveira, presidente do Metabase BH.


O Metabase Itabira busca nestes encontros, fortalecer a unidade sindical, gerando ganhos para toda a categoria pertencente a mineração Vale. “Somente com maturidade e unidade poderemos sair vitoriosos nesta temporada de acordo coletivo. Deixar as vaidades por discordância de lado e buscar uma alinhamento da pauta e resistência, é o que todos os trabalhadores anseiam ver em seus representantes sindicais. Aguardem novas informações e passos desta importante negociação coletiva”, pontuou André Viana “Pato Roco”.

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026