Superávit histórico é finalmente liberado para aposentados e pensionistas do Plano BP/Vale Mais, uma conquista histórica

Comunicação Metabase • 11 de junho de 2025

Superávit histórico é finalmente liberado para aposentados e pensionistas do Plano BP/Vale Mais, uma conquista histórica

Superávit histórico é finalmente liberado para aposentados e pensionistas do Plano BP/Vale Mais, uma conquista histórica

Um montante de R$ 210 milhões foi liberado pela Vale do superávit da Valia para esse complemento que será pago aos aposentados e pensionistas optantes desse plano.


A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) aprovou o primeiro pagamento de superávit aos aposentados e pensionistas inscritos no Plano de Benefício Proporcional (BP/Vale Mais), o que irá beneficiar 8 mil assistidos em todo o país desse segmento do plano de aposentadoria complementar. A aprovação foi possível após a mineradora Vale liberar a distribuição de R$ 210 milhões, de um total de R$ 420 milhões do superávit da Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social (Valia), para esses assistidos.


A medida histórica garante, pela primeira vez, o pagamento de superávit a esse grupo, com previsão de repasse de 4,43 benefícios ainda no mês de junho.

“Estamos fazendo gestão junto à Valia para que, após o sinal verde da Previc, esse pagamento ocorra até meados de junho”, diz o presidente do Sindicato Metabase de Itabira e Região e representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Vale, André Viana Madeira.

Até então, apenas os participantes do Plano Benefício Definido (BD), administrado pela Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social (Valia), tinham direito ao superávit. A liberação desses valores foi possível também graças à decisão da Vale e à autorização da Previc, que regulamenta os fundos de pensão no país, publicada nesta sexta-feira (23).


"Uma conquista histórica", diz André Viana

"Foi um trabalho intenso, conduzido também junto ao Conselho da Vale e pela mobilização das entidades reunidas em um só objetivo, ora conquistado", explica Viana.


Ele destaca também o esforço conjunto das entidades para viabilizar essa liberação. "É uma conquista histórica, resultado da mobilização dos assistidos em conjunto com o Sindicato Metabase e demais entidades representativas", afirma.

Segundo ele relaciona, a conquista só foi possível com a articulação e união de esforços do Sindicato Metabase de Itabira e Região, juntamente com entidades como Aposvale, Sindfer ES/MG, Stefem, Anapar e ABP.


Viana explica ainda que a mudança no regulamento da Valia foi essencial para viabilizar o pagamento, além da aprovação da Previc. "Contamos também com

um importante apoio do governo federal ao considerar justa a nossa reivindicação, que se arrasta há mais de 13 anos", disse.


Reflexos para trabalhadores da ativa

Além dos aposentados e pensionistas, o pagamento do superávit também beneficiará cerca de 81 mil empregados da Vale de todo o país, que contribuem para o plano BP/Vale Mais, criado há 24 anos.

"É uma vitória que alcança também os empregados da Vale, pertencentes ao Plano Vale Mais, criado há 24 anos", salienta André Viana.

Embora não possam sacar os valores imediatamente, haverá um impacto positivo nos percentuais das contas individuais da Valia, refletindo no saldo acumulado para futura aposentadoria.


Saiba mais

Conforme destaca o sindicalista, a inclusão desses aposentados e pensionistas na distribuição do superávit da Valia foi possível após intensa negociação junto ao Conselho de Administração da mineradora, que autorizou a liberação, pela Vale, de R$ 210 milhões de um total de R$ 420 milhões destinados aos participantes do plano BP/Vale Mais.

"A decisão da Vale foi fruto também de nossas intervenções e defesa no Conselho de Administração, além da atuação conjunta das demais entidades representativas, que lutaram junto à Previc para viabilizar essa conquista", afirmou.


A Valia pretende efetuar o pagamento desse superávit na folha de junho, que será processada ao final do mês. Com a liberação oficial da Previc, prevista para ser divulgada às 10 horas desta sexta-feira (23), o processo será concluído dentro do prazo esperado.


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Por Comunicação Metabase 6 de julho de 2026
A escolha entre trabalhar com carteira assinada (CLT) ou como Pessoa Jurídica (PJ) é uma decisão que exige atenção. Cada modalidade possui características, direitos e responsabilidades diferentes, e compreender esses aspectos é fundamental para fazer uma escolha consciente. A principal diferença entre os dois modelos está na relação de trabalho. Enquanto a contratação pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece vínculo empregatício e garante uma série de direitos previstos na legislação, a contratação como Pessoa Jurídica (PJ) configura uma relação comercial de prestação de serviços, sem os mesmos direitos trabalhistas. O que é o regime CLT? A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) reúne as normas que regulam as relações entre empregadores e empregados no Brasil. Nesse modelo, o trabalhador possui carteira assinada e tem acesso a diversos direitos garantidos por lei, entre eles: 13º salário; Férias remuneradas com adicional de um terço; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); Contribuição previdenciária ao INSS; Benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença, auxílio-acidente, salário-maternidade, licença-paternidade e pensão por morte. Além disso, a empresa é responsável pelo recolhimento dos encargos trabalhistas e previdenciários. Como funciona a contratação PJ? No modelo de Pessoa Jurídica (PJ), o profissional presta serviços por meio de uma empresa registrada em seu nome, sem vínculo empregatício com a contratante. Geralmente, a remuneração oferecida ao PJ é maior, justamente porque não há o pagamento dos direitos trabalhistas previstos na CLT. Em contrapartida, cabe ao próprio profissional administrar suas finanças e assumir despesas como: Pagamento de impostos e tributos; Contribuição ao INSS; Plano de saúde; Reserva financeira para férias; Planejamento da aposentadoria. Por isso, esse modelo exige maior organização financeira e planejamento de longo prazo. CLT ou PJ: qual vale mais a pena? Não existe uma resposta única para essa pergunta. A melhor opção depende do perfil profissional, da estabilidade desejada, da remuneração oferecida e da capacidade de administrar os próprios custos e benefícios. Quem busca maior segurança, proteção social e direitos trabalhistas costuma encontrar essas garantias no regime CLT. Já quem prioriza flexibilidade e possibilidade de uma remuneração líquida maior pode considerar a atuação como PJ, desde que esteja preparado para assumir as responsabilidades que acompanham esse modelo. Antes de aceitar uma proposta de trabalho, é importante avaliar não apenas o valor da remuneração, mas também todos os direitos, benefícios e custos envolvidos. Fazer essa comparação ajuda a evitar decisões que possam representar perdas financeiras ou de proteção social no futuro. Compare CLT com PJ na calculadora : https://www.nagringa.dev/calculadora-clt-vs-pj 
Por Comunicação Metabase 30 de junho de 2026
INSS reduz fila de benefícios pelo quarto mês consecutivo e promete mudanças permanentes no atendimento A fila de pedidos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) voltou a registrar queda e chegou a 1,9 milhão de requerimentos, o menor volume desde outubro de 2024. Este é o quarto mês consecutivo de redução, resultado que o governo atribui a medidas para acelerar a análise dos processos e reorganizar o funcionamento do instituto. Dos 1,9 milhão de pedidos em espera, aproximadamente 616 mil já ultrapassaram o prazo legal para análise. A meta anunciada pelo governo federal é eliminar, até o fim de setembro, todos os requerimentos que estão fora desse prazo. Em junho, o estoque de processos represados diminuiu em 267 mil pedidos. Embora o ritmo de redução tenha sido menor do que o registrado em maio, quando houve queda de 366 mil solicitações, a presidente do INSS, Ana Cristina Silveira, afirma que a tendência é de continuidade na redução da fila. Segundo ela, os casos mais simples já foram solucionados, enquanto os processos restantes exigem análises mais detalhadas. A nova gestão do instituto afirma que o objetivo não é apenas reduzir a fila temporariamente, mas promover mudanças estruturais para garantir maior agilidade na concessão dos benefícios. Entre as ações estão a modernização dos sistemas, a reorganização dos fluxos internos de trabalho e a integração entre o INSS, o Ministério da Previdência e a Dataprev, empresa responsável pela tecnologia da Previdência Social. Outro foco da administração é melhorar a estabilidade dos sistemas utilizados por servidores e segurados. Nos últimos anos, falhas frequentes nas plataformas digitais prejudicaram o atendimento e atrasaram a análise de benefícios. De acordo com Ana Cristina Silveira, o acompanhamento da infraestrutura tecnológica passou a ser realizado semanalmente em conjunto com a Dataprev, buscando reduzir interrupções e realizar atualizações em horários de menor movimento. Além dos desafios tecnológicos, o INSS enfrenta uma significativa redução no número de servidores. O quadro funcional, que contava com cerca de 33,8 mil trabalhadores em 2018, caiu para aproximadamente 17,8 mil em 2026, principalmente em razão das aposentadorias ocorridas nos últimos anos. Para reforçar o atendimento, o instituto solicitou autorização para a contratação de mais 2 mil servidores por meio de concurso público em 2027, além dos 300 novos funcionários já nomeados neste ano. Caso o pedido seja aprovado, a prioridade será fortalecer o atendimento presencial nas agências, uma das principais demandas dos segurados. A presidente do INSS também rebateu críticas de que a redução da fila estaria sendo alcançada por meio do aumento no número de pedidos negados. Segundo ela, o instituto tem aumentado tanto a velocidade das análises quanto a quantidade de benefícios concedidos. Em março, foram implementados cerca de 890 mil novos benefícios, enquanto nos meses de abril e maio a média permaneceu acima de 700 mil concessões mensais.  A redução do tempo de espera para análise dos benefícios é uma reivindicação antiga de trabalhadores, aposentados e pensionistas. Para o movimento sindical, além da modernização dos sistemas, a recomposição do quadro de servidores e o fortalecimento da estrutura de atendimento são fundamentais para garantir que os segurados tenham acesso aos seus direitos previdenciários dentro dos prazos estabelecidos em lei.
Por Comunicação Metabase 17 de junho de 2026
Na tarde do dia (17), o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, foi convidado a compor o Fórum Estadual de Emprego e Renda da FIEMG. Entenda a importância: O Fórum Estadual Emprego e Renda é um grupo de trabalho criado em 2022 pela FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais). Formado por entidades empresariais e centrais sindicais mineiras. O principal desafio enfrentado hoje é a dificuldade das indústrias em contratar mão de obra qualificada. O fórum busca soluções integradas entre governo, sociedade e trabalhadores. Os encontros debatem como os avanços da "nova indústria" impactam as relações trabalhistas e as novas exigências de formação profissional. O grupo atua na formulação de medidas para garantir a competitividade econômica e proteger a geração de empregos frente a desafios econômicos internacionais. Os membros do fórum realizam reuniões periódicas em polos tecnológicos e educacionais, como o CIT Senai, para alinhar demandas do setor produtivo com capacitação. Em sua fala, André Viana pontuou “Fortalecer a Indústria Mineira, valorizando de fato a mão de obra com oportunidades de qualificação é o único caminho possível para se enfrentar os enormes desafios e mudanças que o mundo está passando e passará nos próximos anos, Minas Gerais precisa de fato votar a crescer em todos os aspectos!