André Viana participa da 1ª reunião como Conselheiro da Vale

10 de fevereiro de 2022

"Itabira terá voz ativa no Conselho"

André Viana participa da 1ª reunião como Conselheiro da Vale

“Itabira terá voz ativa no Conselho. Ela será ouvida”.


André Viana participou nos dias 6 e 7 de maio da primeira reunião do Conselho de Administração da empresa Vale S/A. Considerada a segunda maior mineradora do mundo - a maior é a BHP – e a primeira na américa latina, a empresa elegeu o seu novo conselho nesta segunda-feira (3). Em seu discurso de apresentação, André se emocionou ao falar de sua história na empresa e de sua linhagem de mineradores: “Meu pai, hoje com 81 anos de idade e meu falecido avô, fazem parte desta história, desde a fundação. Hoje, com 16 anos de trabalho na empresa, também me sinto como parte desta história de muito trabalho e suor”. O presidente do Sindicato Metabase de Itabira e Região e agora conselheiro da Vale, disse que chega ao Conselho com um enorme peso nos ombros, pois além da responsabilidade da cadeira, “tenho a responsabilidade de atender os anseios dos milhares de trabalhadores que votaram em mim em todo o Brasil, de norte a sul”. Ele completou que chega com a missão de agregar: “Quero ajudar a garantir uma empresa grande e sólida. Quero trabalhar pelo conjunto, mas com destaque para o Sistema Sul, afinal, passamos por momentos instáveis, tais como a exaustão do minério em Itabira, os eventos de Brumadinho e porque não, Mariana”. André disse que vai atuar de forma independente e deu o tom de como será seu comportamento frente ao conselho: “Sou do diálogo e assim será meu entendimento, mas adianto que acredito e muito que os reais responsáveis pela lucratividade e crescimento espetacular desta grande empresa, são os mais de 60.000 trabalhadores que fazem parte do seu quadro de funcionários”. Diversos assuntos foram abordados nesta primeira reunião, entre eles, as ações realizadas em Brumadinho, minas de Itabira e lucros da empresa. André alerta para as pautas que serão apresentadas ao Conselho: “Tenho pautas imediatas a tratar junto à mesa administrativa, entre elas os efeitos da pandemia nos trabalhadores (empregabilidade, economia, prevenção ao contágio pelo Covid etc. ); a médio prazo teremos uma discussão séria sobre a exaustão do minério em Itabira e o investimento nas nossas minas com vistas ao minério de fora, a exemplo da Serra da Serpentina. Ele finaliza reafirmando um tema da campanha para a eleição: “Itabira e Minas Gerais terão voz ativa no conselho, sempre com humildade, mas a nossa voz não se calará por melhorias e investimentos para nossa região”.


O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA VALE


André Viana assume a cadeira ao lado do também itabirano, José Duarte Penido, ex-presidente da Samarco Mineração e presidente do Conselho; Castelo Branco, ex-presidente da Petrobrás; Rachel Maia, ex-presidente das marcas de luxo Lacoste e Tiffany, José Maurício Coelho, presidente da Previ, dentre outros.


ENTENDA


De acordo com a Vale, o Conselho de Administração é responsável pela definição das políticas e das diretrizes gerais da empresa, análise de planos e projetos propostos pela Diretoria Executiva e avaliação dos resultados.

O Conselho se reúne ordinariamente todo mês e extraordinariamente sempre que convocado pelo seu presidente, vice-presidente ou outros dois membros. Suas decisões exigem um quórum que represente a maioria dos membros e são tomadas por voto majoritário.

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Decisão reconhece despesas escolares como parte do tratamento e determina restituição de valores pagos a maior nos últimos cinco anos Uma decisão da Justiça Federal da Paraíba reconheceu o direito de pais de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de deduzirem integralmente do Imposto de Renda os gastos com a escola da filha , considerando essas despesas como parte do tratamento médico. A sentença foi proferida pelo juiz federal Henrique Jorge Dantas da Cruz, da 10ª Vara Federal da Paraíba. O entendimento é de que, no caso analisado, os gastos escolares não possuem apenas natureza educacional, mas também caráter médico e terapêutico , por serem indispensáveis ao desenvolvimento e ao tratamento da criança. Despesas acima do limite Segundo o processo, a criança possui TEA nível 3 de suporte , associado à deficiência intelectual e ao TDAH, necessitando de acompanhamento contínuo e multidisciplinar, incluindo terapias baseadas na metodologia ABA. Até então, as despesas com a escola eram declaradas como gastos com educação, categoria que possui limite para dedução no Imposto de Renda. Os pais buscaram na Justiça o reconhecimento de que esses valores deveriam ser enquadrados como despesas médicas , permitindo a dedução integral. O juiz considerou que os laudos apresentados comprovaram a necessidade do tratamento e a importância da estrutura escolar para o desenvolvimento da criança. Restituição do Imposto de Renda Além de reconhecer o direito à dedução integral, a sentença determinou que a União restitua os valores de Imposto de Renda pagos indevidamente , observada a prescrição de cinco anos. A decisão também determinou que a Receita Federal deixe de aplicar o limite de dedução às despesas abrangidas pela sentença. Outro ponto destacado pelo magistrado é que a legislação brasileira reconhece a pessoa com Transtorno do Espectro Autista como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais . Atenção A decisão é referente a um caso concreto e não significa, automaticamente, que todas as famílias de pessoas com TEA tenham o mesmo direito reconhecido sem análise individual. O caso, porém, reforça a importância de os contribuintes conhecerem seus direitos e avaliarem, com orientação jurídica e documentação médica adequada, a possibilidade de buscar o reconhecimento de despesas relacionadas ao tratamento de pessoas com TEA. Fonte: Migalhas
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O crescimento do número de pessoas com problemas relacionados às apostas esportivas e jogos online levou o Ministério da Saúde a ampliar o atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde esta semana, o serviço passou a oferecer até 100 mil teleatendimentos para pessoas que precisam de apoio para enfrentar o vício em apostas.  Disponível por meio do aplicativo Meu SUS Digital , o atendimento é gratuito, sigiloso e realizado por profissionais de saúde. Além do acolhimento inicial, o serviço orienta os pacientes e, quando necessário, faz o encaminhamento para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). A ampliação foi motivada pelo aumento da procura. Dados do Ministério da Saúde revelam que mais de 1 milhão de brasileiros já solicitaram a autoexclusão de sites e aplicativos de apostas. Desse total, 35% afirmaram ter perdido o controle sobre o hábito de apostar . Fique atento aos sinais de alerta O vício em apostas pode afetar a saúde mental, a vida familiar, o trabalho e a situação financeira. Entre os principais sinais estão: Alterações no sono, alimentação e humor; Mentiras para esconder o hábito de apostar; Ansiedade, irritação ou inquietação quando não consegue jogar; Dificuldade para reduzir ou interromper as apostas; Problemas financeiros e endividamento; Prejuízos nas relações familiares e no ambiente de trabalho; Uso do jogo como forma de aliviar estresse ou frustrações. Saúde mental também é direito do trabalhador O Sindicato Metabase de Itabira e Região reforça que a saúde mental deve ser tratada com seriedade. O vício em apostas é um problema de saúde que pode comprometer a qualidade de vida, o orçamento familiar e o desempenho profissional. Se você ou alguém próximo está enfrentando dificuldades com apostas online, procure ajuda. O atendimento pode ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital , de forma gratuita e com total sigilo. Cuidar da saúde mental é cuidar da vida, da família e do futuro.