Caravana da Luta retorna a Itabira

Agencia Vista • 8 de fevereiro de 2022

“Grandes batalhas virão, mas venceremos essa guerra”, diz André Viana.

Metabase Itabira: Caravana da Luta retorna a Itabira: “Grandes batalhas virão, mas venceremos essa guerra”, diz André Viana.


Iniciada na segunda, dia 21, a jornada em Brasília pela Caravana da Luta promovida pelo Metabase Itabira chegou ao fim na madrugada desta quinta-feira (24), quando os 46 integrantes da comitiva retornaram à Itabira. “Foram dois dias intensos, reuniões com as principais instituições responsáveis pelas causas que afligem os aposentados, pensionistas e anistiados da Vale”, resumiu o presidente da instituição André Viana. De acordo em ele, Brasília estava em um dia atípico: Várias ações estavam acontecendo nos dois dias em que estivemos no Distrito Federal, entre elas, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estavam iniciando o julgamento que pode impedir a prisão após condenação em 2.ª instância judicial, fato este que ainda não terminou. Outro evento era a votação da reforma da previdência no Senado Federal e que continuou na quarta-feira com a votação dos destaques da bancada. Mas isso não impediu que estivéssemos com representantes de instituições públicas e lideranças políticas.” O próximo passo será a audiência pública em Brasília. Conforme disse André quando estava em Brasília, "é uma excelente oportunidade de podermos expressar ao Congresso Nacional a realidade de nossos representados e apresentar leis que realmente trazem benefícios. Estas leis foram criadas por pessoas que não conhecem essa realidade, que não vivem, que não sentem na pele o que esse povo passa. A audiência na Comissão de Legislação Participativa será, sem dúvida, um grande trunfo. A CLP é um portal de acesso ao sistema de produção das normas que integram o ordenamento jurídico do País". O sindicalista fará na semana que vem, dia 31, no Metabase, durante a reunião da Família Operária (aposentados e pensionistas da Vale), um balanço das ações realizadas.

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026