Conselho da Vale em Itabira

Tonny Morais • 2 de agosto de 2022

A convite de André Viana, o presidente do Conselho da Vale, vem a Itabira.

O Comitê de sustentabilidade e Inovação conversou com moradores dos bairros Bela Vista e Nova Vista sobre as barragens.

 O presidente do Sindicato Metabase de Itabira e Região André Viana, membro do Conselho de Administração da empresa Vale S/A, convidou o presidente do conselho de administração da empresa, José Luciano Penido e o Comitê de Sustentabilidade e Inovação para uma reunião com moradores dos bairros Bela Vista e Nova Vista. O encontro aconteceu no dia 30, terça-feira, um dia antes da empresa completar 80 anos e teve como pauta a reparação pelos danos causados pelas barragens aos moradores e a possível remoção para outras áreas. André Viana comentou: “Considero como uma grande missão... Ela partiu da necessidade que urge na solução dos conflitos que precisam ser resolvidos de vez com os moradores, além de ouvirem da empresa, a atual realidade e os compromissos que estão sendo acertados para que a comunidade sofra o menor impacto possível com as barragens e, se necessário, a remoção de suas residências para áreas mais seguras de forma justa e responsável”. André também informou que, de acordo com a empresa, “para minimizar riscos e impactos nas operações e nas comunidades, ela tem utilizado tecnologias para gestão e monitoramento das barragens em Itabira. Um exemplo são os centros de monitoramento, que acompanham as barragens e outras estruturas 24 horas por dia”.

 

Comitê de Sustentabilidade
A vinda do comitê à Itabira, promovida pelo presidente do Metabase, visa aproximar a realidade da comunidade à empresa. O Comitê tem como um de seus objetivos avaliar projetos e iniciativas, bem como as propostas de investimentos da sociedade sob a ótica da sustentabilidade e da inovação, além de formular possíveis recomendações ao Conselho de Administração. André ressalta que o Comitê de Sustentabilidade coordena o relacionamento e a interação com o Conselho de Administração e, quando necessário, com a Diretoria Executiva da Vale: “É a ligação direta da comunidade com a Vale, com os componentes da Diretoria Executiva da Empresa. Por isso resolvemos intermediar este encontro com os moradores dos bairros. Eles tiveram a oportunidade de falar com os representantes da empresa, expor algumas situações que o Metabase anotou e vai cobrar as respostas. A reunião não será em vão e em breve traremos as respostas à população, em especial os moradores dos bairros que visitamos – Bela Vista e Nova Vista. Tenho cobrado, insistentemente, rapidez nas informações, no retorno da empresa aos questionamentos da população. Há tempos venho falando sobre isso. Não podemos deixar tantas famílias com a sensação de um futuro incerto. Celeridade nas informações, solidariedade, empenho da empresa imediato, esta é a nossa cobrança”, disse André Viana.

Vista às barragens.
O presidente André Viana está desde segunda-feira visitando, junto ao presidente do Conselho de Administração da Vale e Comitê de Sustentabilidade e Inovação, as barragens da empresa em Minas Gerais. Por terra e no ar, os componentes averiguam as situações das estruturas. Diversos projetos sociais são realizados baseados na contenção e descaracterização das barragens. Alguns dos locais visitados: Vila do Gongo, Mina de Gongo Soco, (área evacuada) e estrutura a jusante em Gongo Soco (Barão de Cocais); reassentamento da Comunidade de Bento Rodrigues (Mariana - Fundação Renova); comunidade Antônio Pereira (Ouro Preto); Barragem Doutor; bairros Bela Vista, Nova Vista e complexo de barragens do Pontal (Itabira); comunidade dos Macacos, Jardim Canadá e barragens B3 e B4 (Nova Lima).

Participantes:
José Luciano Penido - Presidente do Conselho de Administração

Marcelo Gasparino - Coordenador do comitê de sustentabilidade e conselheiro

Rachel Maia - Conselheira Vale.

Mauro Cunha - Conselheiro Vale.

Ken Yashurara - Conselheiro Vale.

Maria Luiza Paiva -Vice-presidente executiva de sustentabilidade.

Marcelo Klein - Diretor especial de reparação e desenvolvimento.


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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026