Metabase realiza Assembleia com trabalhadores da Anglo

Agencia Vista • 28 de janeiro de 2022

ACT Foi aprovado com 64% dos votos

O Sindicato Metabase realizou assembleia com trabalhadores da empresa Anglo American para aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para o ano de 2019. A proposta da empresa teve diversas sugestões do Sindicato acatadas, inclusive o aumento do abono de R$2.300,00 para R$2.500,00. Cerca de 1.100 trabalhadores decidiram por votação secreta as propostas oferecidas (reajustes e benefícios). Diversas reuniões em Itabira e Belo Horizonte com representantes da empresa e Sindicato Metabase aconteceram durante os meses de setembro e outubro. De acordo com André Viana, presidente do Sindicato “é sensato reconhecermos que a empresa está sem atividade desde março devido o rompimento dos dutos que transportam minério até o Rio de Janeiro, mas ela é rica o bastante para reconhecer o esforço dos trabalhadores e apresentar uma proposta que honre os responsáveis pela grandeza dela.”


O Sindicato atendeu o desejo dos trabalhadores da empresa que trabalham em Santo Antonio do Grama, ouvindo-os em assembleia. O resultado foi transmitido ao vivo pela internet, na página do Facebook. “Uma novidade que iremos usar sempre”. Finalizou AndréViana..


O resultado da votação foi o seguinte:


SIM : 64%


NÃO : 35%


BRANCOS: 6 VOTOS


NULOS: 2 VOTOS


ABSTENÇÃO : 1


TOTAL DE VOTANTES : 1100 TRABALHADORES


As propostas aprovadas foram:


▶Piso Salarial: R$1627,89


▶Vale Alimentação: R$600,00


▶Vale Refeição: R$774,78


▶Férias: 3 períodos de opcional e facultativo ao trabalhador


▶Auxílio Creche:R$776,40


Horário Especial: 16:00 hs à 01:00 hora


▶Abono Único e Extraordinário: R$2.500,00 – (em até 10 dias depois de assinar o ACT)


▶Abono Único e Especial: R$3.000,00 ou o valor de um salário base do trabalhador, pago em Janeiro/2019 (neste caso aplica-se o que for maior).


▶Incorporação do adicional de turno (valor de 20% ao salário)


▶Incorporação dos 15 minutos atuais horas in itinere (cláusula do atual acordo)


▶Extensão da desobrigação aos cargos de nível superior e confiança não bater ponto.

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Por Comunicação Metabase • 21 de setembro de 2026
Motorista de carro-forte teve vizinhos e familiares questionados sobre sua vida pessoal; TST manteve indenização de R$ 15 mil  Uma empresa de segurança foi condenada a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um motorista de carro-forte que teve sua vida pessoal investigada pela empresa onde trabalhava. Segundo o trabalhador, vizinhos e familiares eram procurados periodicamente para responder perguntas sobre seu comportamento fora do ambiente profissional. Entre os assuntos investigados estavam suposto envolvimento com jogos de azar, dívidas, agiotagem, bebidas, brigas, violência doméstica, tráfico e outras questões relacionadas à vida particular . A decisão foi mantida pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) . INVESTIGAÇÃO ULTRAPASSAVA O AMBIENTE DE TRABALHO O motorista foi contratado em 2008 por uma empresa que posteriormente foi sucedida por outra. De acordo com o processo, uma pessoa era enviada até a residência e a vizinhança do trabalhador para buscar informações sobre sua conduta pessoal. Os moradores eram questionados, por exemplo, se o trabalhador era agressivo, se costumava beber, se participava de jogos de azar, se tinha dívidas, se pegava dinheiro emprestado com agiotas, se brigava na rua ou se praticava violência contra a esposa. O trabalhador afirmou que as abordagens provocavam constrangimento, principalmente porque familiares e vizinhos estranhavam as perguntas e ele precisava explicar o motivo de a empresa estar investigando sua vida particular. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a realização das abordagens. Uma delas relatou ainda que os funcionários recebiam um documento para assinar autorizando a investigação sobre suas vidas pessoais. JUSTIÇA RECONHECEU VIOLAÇÃO À PRIVACIDADE Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que, embora empresas de segurança possam adotar mecanismos para verificar a idoneidade de seus funcionários, essa fiscalização não pode ultrapassar os limites da vida privada do trabalhador . A investigação realizada pela antiga empresa foi considerada invasiva por atingir aspectos relacionados à intimidade, à honra e à imagem do empregado. Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 25 mil . O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, reduziu o valor para R$ 15 mil . A empresa Prosegur argumentou que as investigações haviam sido realizadas pela companhia anterior, antes da aquisição ocorrida em 2012. TST MANTEVE INDENIZAÇÃO DE R$ 15 MIL O trabalhador recorreu ao TST buscando a revisão do valor da indenização. A Oitava Turma do Tribunal , porém, decidiu manter os R$ 15 mil estabelecidos pelo TRT-5. O relator do caso, ministro Sergio Pinto Martins , destacou que a Justiça costuma alterar valores de indenização apenas quando a quantia é considerada excessivamente baixa ou alta diante das circunstâncias do caso. Por unanimidade, a Turma considerou que o valor de R$ 15 mil era proporcional à situação analisada . PRIVACIDADE TAMBÉM É DIREITO DO TRABALHADOR O caso reforça que a relação de trabalho não elimina os direitos fundamentais do empregado. A fiscalização e a preocupação das empresas com a segurança não autorizam invasões desproporcionais à vida privada dos trabalhadores. Para o Sindicato Metabase, o respeito à dignidade, à intimidade, à honra e à privacidade deve fazer parte de qualquer ambiente de trabalho, independentemente da função exercida.
Por Comunicação Metabase • 15 de setembro de 2026
Na manhã desta terça-feira (15), o Sindicato Metabase de Itabira e Região participou da Caravana do Trabalho Decente, realizada na Mina Cauê, da Vale, em Itabira. A iniciativa busca promover condições dignas de trabalho, respeito aos direitos trabalhistas e a prevenção de violações aos direitos humanos. Na ocasião, o presidente do Sindicato Metabase, André Viana, que também é conselheiro de Administração da Vale, defendeu a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais respeitoso, harmonioso, seguro e pautado pelo diálogo. Essa construção depende da participação de todos: trabalhadores, lideranças, empresas e sindicato. É com diálogo, respeito e união que podemos avançar. Vamos juntos construir um ambiente de trabalho mais humano, seguro, respeitoso e harmonioso para todos! 
Por Comunicação Metabase • 13 de agosto de 2026